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  Entrevista
O poço continua a ser a principal fonte de abastecimento de água
- 23-Mar-2004 - 17:15

Apenas 15,8 por cento dos lares moçambicanos têm acesso a água canalizada, continuando o poço a ser a principal fonte de abastecimento de água potável, segundo um inquérito do Instituto Nacional de Estatística de Moçambique (INEM).


Os resultados do inquérito, que decorreu de Julho de 2002 a Junho de 2003 e agora divulgados, indicam que a maioria da população moçambicana (61,7 por cento dos agregados familiares) continua a recorrer a poços e furos como principal fonte de água, seguida dos rios, lagoas e lagos.

De água canalizada beneficiam apenas 15,8 por cento dos agregados familiares, uma taxa que mesmo assim quase duplica a registada no recenseamento geral de 1997 e que incide, sobretudo, nas zonas urbanas, nomeadamente na capital, Maputo, onde o recurso a poços e outras formas de abastecimento é minoritário.

O mesmo estudo indica que a maioria da população (54,7 por cento dos agregados) não dispõe de casa de banho, uma situação que ainda afecta mais de 27 por cento das famílias que vivem em centros urbanos.

Menos de três por cento da população utiliza redes de esgotos, um índice que na cidade de Maputo sobe para 13,7 por cento.

O acesso da população moçambicana às infra-estruturas básicas é muito limitado, como no caso do uso de energia eléctrica para iluminação, de que beneficia menos de um em cada dez lares.

Os paus e o adobe são os materiais mais utilizados na construção das paredes das casas moçambicanas e o capim constitui a cobertura de mais de 70 por cento dos lares do país.

O inquérito aos agregados familiares trouxe, no entanto, algumas boas notícias como a descida da taxa de analfabetismo nas pessoas com mais de 15 anos, que se situa agora em 53,6 por cento contra 60,5 por cento em 1997.

Também a posse de bens duráveis aumentou, em comparação com 1997, em todos os itens indicados pelos entrevistadores do INEM aos inquiridos, como relógio, ventoinha, rádio, televisor, carro, e outros.

Mesmo assim, a média nacional de lares que possui qualquer tipo de relógio ainda se situa nos 30 por cento e mesmo nos centros urbanos não vai além dos 50,6 por cento.


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