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  Entrevista
Mira Amaral diz que «veria com bons olhos» participação da EDP Cahora Bassa
- 5-Apr-2004 - 14:20

Mira Amaral diz que "veria com bons olhos" a participação da EDP em Cahora Bassa, na sequência do acordo tarifário ratificado recentemente pelos governos moçambicano, português e sul-africano para a central eléctrica.


"Podemos negociar com Moçambique uma nova estrutura accionista", afirma em entrevista ao Diário Económico, hoje publicada, o presidente do Comité Tripartido Permanente da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, adiantando que "via com bons olhos uma participação de uma grande empresa portuguesa como a EDP" na central eléctrica de Moçambique.

"Entendo, pessoalmente, que faz sentido que Portugal mantenha uma posição em Cahora Bassa, em nome da cooperação futura entre Portugal e Moçambique. Mas não deve ser Portugal a dizê-lo", afirma.

"Moçambique é um país independente e depende deles dizer se querem que Portugal mantenha uma posição ou não", sustenta.

"Nas reuniões mantidas connosco foi claro o interesse de Moçambique em que Portugal mantenha uma presença. Agora o problema é Portugal ser minoritário e por isso perder o controlo", adianta Mira Amaral, acrescentando que "terá de haver um acordo entre accionistas, onde Portugal, ficando em minoria, tem de assegurar os seus interesses".

Mira Amaral sublinha que o acordo assinado em 1975 - segundo o qual à medida que dívida moçambicana a Portugal fosse sendo amortizada, através da venda de energia, as acções iam passando gradualmente das mãos portuguesas para Moçambique - ficou parado, pois as tarifas não amortizavam dívida.

Agora, diz, a central pode gerar "cash-flowsÈ que permitem amortizar uma parte substancial da dívida", e as acções irão passar "de forma progressiva e gradual para Moçambique".

Portugal tem, neste momento, 82 por cento do capital da Hidroeléctrica e Moçambique os restantes 18 por cento.


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