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  CPLP
Portugal vai propor conferência sobre a SIDA virada para países lusófonos
- 17-May-2004 - 14:45

O ministro da Saúde português vai propor hoje aos congéneres lusófonos e às Nações Unidas a realização em Portugal de uma conferência internacional sobre HIV/SIDA virada para temas como prevenção, tratamento e cooperação.


Em declarações à Agência Lusa em Genebra, à margem da 57ª assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS), Luís Filipe Pereira explicou que a conferência internacional, prevista para 2005, deverá analisar em especial a situação nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

"A conferência é um passo importante e deve abranger questões de prevenção, tratamento e cooperação entre os vários países de língua oficial portuguesa", disse.

A proposta, a ser debatida hoje num jantar dos ministros da Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Genebra, vai ser formalmente apresentada pelo governante português num encontro com o responsável máximo da ONUSIDA, Peter Biott.

Na agenda da visita de Luís Filipe Pereira a Genebra está igualmente a candidatura de Portugal ao comité executivo da OMS.

"Penso que a candidatura está bem encaminhada. É importante que Portugal possa estar presente nestes organismos internacionais", disse.

O governante português explicou que Lisboa se revê na agenda da assembleia da OMS, destacando as questões de HIV/SIDA e da "promoção de estilos de vida saudáveis", que estão em Portugal a ser alvo de um novo plano estratégico de informação.

A assembleia de Genebra deverá debater um conjunto polémico de propostas para a realização de uma campanha global que visa promover estilos de vida mais saudáveis que, a avançar, poderá tornar-se para a ONU "uma das mudanças de direcção mais importantes nas políticas alimentares".

"O problema da alimentação é central, como é o consumo do tabaco e do álcool que é preocupante em Portugal", afirmou.

Em curso, desde o início do ano, está um novo programa do governo sobre melhores estilos de vida, devendo arrancar em breve uma campanha nos órgãos de informação para sensibilizar os portugueses a comer melhor, a fazer mais exercício e a reduzir o tabaco e o álcool.

Sem elaborar, Luís Filipe Pereira referiu que deverá ser enviado em breve ao Conselho de Ministros um pacote legislativo que deverá impor maiores restrições no consumo do tabaco.

"Nesta questão o governo não é o único actor. A sociedade civil e outras instituições, bem como o próprio indivíduo, devem participar nos esforços de mudança de hábitos. Tem que ser um esforço conjunto", afirmou.

"Nós, individualmente, somos os gestores da nossa própria saúde. Aos governos compete dar toda a informação, chamar a atenção, actuar em termos de legislação. Mas cada um de nós tem que ter uma responsabilidade pela nossa própria saúde", sublinhou.

Luís Filipe Pereira destacou ainda os debates sobre o problema dos acidentes rodoviários e o seu impacto, que hoje "não são apenas uma questão de transportes", mas igualmente "um tema de saúde pública".

Responsáveis da OMS pretendem utilizar a reunião desta semana também para conseguir que pelo menos 28 outros países ratifiquem o tratado anti-tabaco, documento ainda só ratificado por 12 nações.

O documento, que detalha cortes na publicidade mundial ao tabaco e restrições ao consumo, terá que ser ratificado por 40 países para entrar oficialmente em vigor.

Estimativas da OMS sugerem que o número de mortes anuais por causa do consumo do trabalho poderá duplicar para mais de 10 milhões até 2030 se o actual aumento de fumadores não for travado.


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