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  CPLP
Díli rejeita ameaça de Camberra de adiar conversações sobre petróleo
- 24-Jul-2004 - 11:13


As autoridades timorenses rejeitaram hoje em Díli a ameaça proferida pelo primeiro-ministro australiano, John Howard, quanto ao eventual adiamento da segunda ronda negocial sobre a propriedade das riquíssimas reservas minerais do Mar de Timor, marcada para Setembro.


A ameaça do chefe de governo australiano foi feita sexta-feira e vem na sequência do anúncio de Mark Latham, líder dos trabalhistas, na oposição, quanto a uma renegociação do processo, caso fosse primeiro-ministro.

John Howard sustenta que as declarações do líder da oposição representam uma "quebra de solidariedade institucional", minando a posição negocial de Camberra.

Hoje, em declarações à Lusa, o primeiro-ministro timorense Mari Alkatiri rejeitou qualquer adiamento.

"A nossa posição é clara: não vamos aceitar qualquer adiamento. Foi marcada para Setembro e deve ter lugar em Setembro", defendeu.

"Quando temos problemas internos não adiamos os nossos compromissos internacionais. Já só temos duas rondas por ano e adiar a segunda é pouco sério da parte dos australianos", acrescentou.

A primeira ronda negocial realizou-se em Abril, em Díli, e o impasse à partida manteve-se após três dias de reuniões.

Enquanto a Austrália pretende ver a sua plataforma continental considerada como limite para a fixação da fronteira marítima comum, o que significa o acesso completo aos muitos milhares de milhões de dólares em que estão avaliadas as reservas de gás natural e petróleo, Timor-Leste pugna pelo respeito da lei internacional vigente sobre a matéria.

Mari Alkatiri falava à Lusa no aeroporto internacional de Comoro, momentos da partida para São Tomé e Príncipe do presidente Xanana Gusmão, que vai participar na 5ª cimeira de chefes de Estado e de governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorrerá nos dias 28 e 29 deste mês.

Também Xanana Gusmão comentou a ameaça de John Howard, salientando que o que está em causa "é uma questão de boa e de má fé".

"Nós somos acusados de insultar o governo australiano. Eu próprio sou acusado de os insultar, mas a questão é de boa ou má fé.

Espero que não nos dêem mais motivos para consolidar a ideia de má fé" dos australianos, salientou o chefe de Estado timorense.

A segunda ronda negocial sobre a demarcação da fronteira marítima comum, com reflexos na soberania relativamente às riquezas minerais existentes no Mar de Timor, está marcada para o próximo dia 20 de Setembro, em Camberra.

Timor-Leste, um dos países mais pobres do mundo, lançou uma campanha internacional em defesa das suas pretensões, denunciando o que considera ser a injustiça da posição de Camberra.

Caso esta posição fosse aceite, a fronteira marítima entre os dois países seria fixada, nalgumas zonas, a pouco mais de 80 quilómetros da costa timorense, muito longe da linha intermédia entre os dois países, cerca de 200 quilómetros para sul.

Relativamente à estada de Xanana Gusmão em São Tomé e Príncipe, o chefe de Estado timorense realizará uma visita oficial de dois dias após a cimeira da CPLP.

O regresso a Díli está marcado para o próximo dia 02 de Agosto.


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