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  Entrevista
Conselho de Ministros discute segunda-feira situação na Guiné-Bissau
- 29-Oct-2004 - 20:12


O Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) reúne-se extraordinariamente na segunda-feira para discutir a situação na Guiné-Bissau após a sublevação militar de 06 de Outubro e eventuais medidas a tomar pela organização.


Os chefes da diplomacia dos Oito reúnem-se num hotel em Lisboa, têm de seguida um almoço de trabalho e dão conta, em conferência de imprensa, dos resultados da reunião, na sede da CPLP.

Fonte da CPLP disse à Agência Lusa que os ministros vão analisar o possível envio, caso a situação se agrave, de forças militares de Estados-membros da CPLP para o país, embora em coordenação com outras forças, nomeadamente a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

O próprio Chefe do Estado-Maior da Armada portuguesa, almirante Vidal de Abreu, confirmou, na semana passada, a presença de forças da Marinha perto da Guiné-Bissau para auxiliar na retirada de cidadãos portugueses caso a situação se complique, embora sem precisar os meios destacados.

A CPLP tem vindo a alertar a comunidade internacional para a crise na Guiné-Bissau, falando mesmo de uma provável "situação de explosão" caso não sejam resolvidos os problemas que o país enfrenta.

Num comunicado, divulgado em meados deste mês, após uma reunião extraordinária do Comité de Concertação Permanente, a organização referia-se à "grave situação" não apenas no plano das Forças Armadas mas no país em geral, "cujas instituições e tecido sócio-económico se encontram gravemente fragilizados pela instabilidade dos últimos anos".

Esta reacção surgiu após a apresentação de um relatório da missão da CPLP que esteve no país uma semana depois da sublevação para se inteirar da situação "in loco".

A missão foi chefiada pelo actual presidente do Conselho de Ministros da organização, o chefe da diplomacia são-tomenses, Ovídeo Pequeno, e integrou ainda o representante da CPLP para a Guiné- Bissau, o ministro dos Negócios Estrangeiros timorense, José Ramos Horta, e o secretário-executivo da comunidade, o cabo-verdiano Luís Fonseca.

A mais recente acção da CPLP na sequência da crise que se instalou na Guiné-Bissau foi o envio para o país de uma equipa de peritos militares, que elaborou, na semana passada, um relatório em que recomenda a redução dos efectivos das forças armadas guineenses em 20 ou 30 por cento e qualifica a situação nos quartéis de "precária e desumana".

No relatório, os peritos indicam que a reforma das forças armadas guineenses deve passar por seis medidas essenciais: redimensionamento do total de efectivos, formação, reinserção dos desmobilizados na vida civil, recuperação dos quartéis, novo sistema do pagamento de salários e alimentação de qualidade.

As más condições nos quartéis e o atraso no pagamento de salários foram os motivos que originaram à sublevação dos militares, no passado dia 06 de Outubro, que levou à morte do Chefe do Estado- Maior General das Forças Armadas, general Veríssimo Seabra, e do porta-voz do Estado-Maior, coronel Domingos Barros.

Em entrevista conjunta à Agência Lusa e à RDPÁfrica, o primeiro- ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, disse que a situação está "quase normalizada", mas frisou que o problema não passa pelos militares, mas sim "pela intriga política".

"Temos informações em que nos baseamos, e que não são simples caprichos, para dizer que há personalidades políticas atrás desta sublevação e dessa intriga política", afirmou o chefe do governo, assegurando que estas suspeitas estão a ser investigadas.

Gomes Júnior mantém assim a versão de que a sublevação não é simplesmente uma reivindicação salarial, tal como defendeu na primeira declaração pública após a acção dos militares.

O primeiro-ministro garantiu, por outro lado, que as mortes resultantes da sublevação serão investigadas.

O Comité Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOG) já apelou para que sejam apuradas responsabilidades por estas mortes, lembrando que a impunidade não pode prevalecer, mesmo em nome da estabilidade do país.

Após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP, o chefe da diplomacia portuguesa, António Monteiro, reúne-se com o seu homólogo timorense, Ramos Horta, segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.


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