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  Cultura
OIKOS envolvida na reintegração social de ex-militares da UNITA
- 12-Jan-2005 - 15:29


A organização não governamental portuguesa OIKOS é uma das 11 instituições envolvidas na reintegração social de cerca de 20 mil ex-militares da UNITA desmobilizados na sequência dos acordos de paz de Abril de 2002.


Segundo anunciou hoje em Luanda o director-geral do Instituto de Reintegração Sócio-Profissional dos Ex-Militares (IRSEM), a reintegração destes antigos militares será assegurada através de 24 projectos que serão implementados em cinco províncias de Angola, num investimento total que ascende a 7,9 milhões de dólares (5,9 milhões de euros).

No total, estes projectos vão abranger 20.552 dos cerca de 105 mil ex-militares da UNITA que estão registados pelo referido instituto, acrescentou o general António Francisco de Andrade, que falava na cerimónia de assinatura de protocolos com três das instituições envolvidas, entre as quais a OIKOS.

As duas outras organizações não governamentais que hoje assinaram protocolos com o IRSEM foram a angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) e a norte-americana World Vision (WV).

Os projectos, no valor global de 7,9 milhões de dólares, são financiados pelo Banco Mundial e pelo governo de Angola, contando ainda com uma contribuição de 862 mil dólares (649 mil euros) das organizações não governamentais envolvidas na sua aplicação.

A reintegração social deste grupo de antigos militares da UNITA abrange as províncias de Benguela, Bié, Huambo, Malange e Cuanza Sul, maioritariamente na área da agricultura.

O lançamento dos projectos para a reintegração social destes 20 mil ex-militares da UNITA ocorre dez meses depois do lançamento oficial pelo governo angolano do Programa Geral de Desmobilização e Reintegração.

O denominado PGDR tem como objectivo responder aos compromissos políticos assumidos pelo governo nos termos do anexo do Memorando de Entendimento assinado a 04 de Abril de 2002, que estabeleceu o cessar-fogo definitivo entre as forças governamentais e da UNITA.

"No final destes projectos, esperamos que os ex-militares melhorem as condições de auto-sustento familiar e estejam habilitados com técnicas e instrumentos adequados ao aumento da produção agrícola e à melhoria das infra-estruturas sociais das comunidades onde se encontrem", salientou o director do IRSEM.

Por seu lado, o representante da UNITA no IRSEM, Isaías Chitombi, apesar de manifestar satisfação pelo lançamento destes 24 projectos, alertou para a "situação preocupante" em que se encontram os ex-militares da UNITA na sociedade angolana.

"É bom que o governo se preocupe com as necessidades materiais dos antigos militares, pelo que esperamos que este seja apenas o primeiro passo para a solução dos seus problemas sociais", salientou Isaías Chitombi.

Para o representante do Banco Mundial em Angola, Laurence Clark, a cerimónia hoje realizada em Luanda representa "um passo decisivo" para a aplicação de vários projectos que têm "grande incidência" no processo de paz em Angola.

"Vamos continuar a apoiar projectos deste género, porque pretendemos ver consolidado o processo de pacificação do país", assegurou Laurence Clark.

Nos termos do protocolo hoje assinado com o IRSEM, a organização não governamental portuguesa OIKOS terá a seu cargo a aplicação de quatro projectos, dos quais dois na província de Malange e outros dois na província do Huambo.


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