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  Entrevista
«A UNITA ainda é vítima
da ditadura de Luanda»

- 14-Mar-2005 - 22:58

«A UNITA, após a sua reunificação, em 2003 com o 9º Congresso, tem vindo a reagrupar e a infundir confiança aos seus quadros, militantes e simpatizantes na perspectiva da união entre todos e com todos sem deixar ninguém de fora do processo de consolidação da paz e reconciliação nacional», afirmou ao Notícias Lusófonas José Manuel Costa. Nesta entrevista o secretário para a Informação da Delegação do partido em Portugal aborda também as ideias que estão a ser desenvolvidas para voltar a unir a grande família do Galo Negro.


Por Manuel Gilberto

Notícias Lusófonas – Sendo público que a família da UNITA, sobretudo no exterior, está dividida e descrente, falta saber a razão porque isso acontece?

José Manuel Costa - Como é óbvio a falta de recursos, neste momento, tem dificultado a mobilidade e contacto entre a grande família UNITA, sobretudo, com muitos dos quadros simpatizantes, radicados no exterior e espalhados um pouco por todos os continentes. No entanto a Direcção Central está a fazer um esforço ingente para dar a volta a actual situação.

NL – No interior de Angola a situação é diferente?

JMC - Claramente. De facto, ao contrário da dinâmica interna que vem conhecendo uma aproximação célere aos mais variados níveis, externamente, pode-se adicionar outros factores que limitam a consolidação das estruturas do partido, tais como os factores de ordem psicológica.

NL – Isso quer dizer o quê?

JMC – Quer dizer a forma brutal como a propaganda de Luanda expõe o risco de quem ouse identificar-se com a UNITA, o medo de represálias e a hostilização de que foram vítimas muitas dos nossos quadros. Tudo isso remete-os numa posição de esperar, ver e crer. Existem muitos traumas, recalcamentos, desalentos e descrença quanto à democraticidade do regime no poder em Angola.

NL – Voltemos ao exterior...

JMC - Voltemos. Como se não bastassem, muitos angolanos foram alvos de confisco de bens, e retenção dos seus processos de legalização nos países de acolhimento, o que é mais um elemento que tem desencorajado alguns militantes outrora activos no passado. No entanto, temos vindo a desenvolver um aturado trabalho de consultas, auscultação e reenquadramento no sentido de fortalecermos as nossas fileiras e emprestarmos uma mais valia com quadros experientes e bem integrados nas respectivas sociedades de acolhimento, num futuro governo democrático e de desenvolvimento.

NL – A nova dinâmica implementada no exterior já permite perspectivar algo de positivo?

JMC – Sim. Sim. Temos recebido várias comunicações de quadros sérios e honestos dispostos a colaborarem com o Partido em planos de investimento e em acções de beneficência ou projectos de viabilidade económica, mas...

NL – O que significa esse mas?

JMC – Significa que são permanentemente desencorajados com contra-informações e acções de intimidação psicológica por parte de poder de Luanda.

NL – Mas qual é, nesta altura, o balanço?

JMC - Podemos considerar globalmente de positivo, o trabalho que vem sendo desenvolvido para cimentar as nossas posições juntas dos quadros, militantes e simpatizantes. Tivémos a presença do vice-presidente da UNITA, o Eng. º Ernesto Mulato, no âmbito do 13 de Março de 2005 na perspectiva de reforçarmos o amplo esforço que a Delegação tem vindo a fazer para aproximar, incentivar e unificar todos os todos os militantes sem distinção de alas nem tendências, mas apenas como filhos do projecto de Muangai.

NL – Como comentam as declarações recentes do ex-primeiro-ministro português, Cavaco Silva, em Luanda a propósito do Dr. Savimbi?

JMC - Manifestarmos o nosso repúdio por essas declarações que foram, no mínimo, infelizes e apoiamos integralmente a posição da Direcção do nosso Partido. Infelizmente, mantem-se fresca a lição negativa do comício do Moxico, em 1991, em que Cavaco Silva, apesar da imparcialidade a que se devia sentir obrigado pela posição a que ele e o seu país ocupavam no mecanismo de mediação do processo de paz então em curso, alinhou activa e claramente na campanha do MPLA.


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